terça-feira, 20 de julho de 2010

escotismo

Hoje vou escrever sobre algo que eu, particularmente, amo e é um amor verdadeiro. Vou contar como começou essa minha história de amor e um pouco mais sobre o que é o meu 'ser amado'.
Eu conheco escoteiros desde que me intendo por gente, mas nunca tive a vontade de conhecer mais e querer entrar, até que me vi sem outra alternativa, porque o meu ciclo de amizade estava contido no movimento escoteiro, em sua maioria. E então, me rendi aos seus encantos e entrei para um grupo escoteiro e nele conheci o alguma coisa sobre o que é ser escoteiro. Mas ser escoteiro é como fazer um bolo, quem aprendeu ontem ainda tem que olhar a receita para lembrar os ingredientes e modo de preparo, e quem já faz o bolo há anos o faz "de cabeça" e eu tive a oportunidade de conviver com diversas pessoas que já sabem a receita "de cabeça" e ouvi diversas opniões e experiencias sobre o que é ser escoteiro, sobre o que o escoteiro faz e todos os questionamentos que eu tinha. E nisso eu descobri que é legal ser escoteiro, mas legal não é a palavra certa para definir esse movimento tão grande e tão importante, mesmo que não seja visto por todos como tal.
O movimento escoteiro em sua essencia é algo maravilhoso, ele tem como base ensinar os jovens os valores éticos e morais, para que eles sejam homens "bons" no futuro. Baden Powell, o criador do movimento escoteiro, o fez porque via os jovens muito "soltos", sem produzir nada util, na época foi um estouro no mundo o "ser escoteiro", porque junto com os valores, tem a diversão e a possibilidade de fazer novos amigos. Eu acredito que se B-P tivesse vivo nos tempos de hoje, ele arrumaria um jeito de todos serem escoteiros, de verdade, só para salvar o mundo. Porque era essa a meta dele, "melhorar" o mundo.
Só que tem um porem nisso tudo, nós somos seres humanos, é isso é triste, afinal alguns de nós somos mais gananciosos que outros, mais arrogantes, mais frios, entre outras caracteristicas ruins. E uns tipos assim acabam entrando no movimento escoteiro e não conseguem melhorar essas suas qualidades ruins e terminam "entristecendo" o movimento. Não estou dizendo que para ser escoteiro temos que ser perfeitos, mas sim temos que ser perfeitos escoteiros, todos os nossos defeitos devem ser repensados dentro do movimento escoteiro, é uma oportunidade de ser melhor do que você era, fazer o seu "melhor possivel", é inevitavel que vamos errar "algumas, muitas, vezes" sendo ou não escoteiros, mas sendo escoteiros temos uma promessa zelar e com isso temos uma SÓ palavra, a nossa honra vale mais do que a nossa própria vida, somos leais entre outras coisas que sendo cumpridas de verdade e de coração, formam pessoas com valores. E era isso que B-P estavam pensando quando criou o movimento, os distintivos, as roupas, os habitos vieram depois e isso pouco importa se forem "feitos" escoteiros de verdade.
Pesquisando mais sobre o movimento escoteiro encontrei o seguinte trecho: "Quanto mais eu leio, mais me impressiono com o pensamento de B-P, que se reveste de atualidade e permanece vivo mesmo hoje, decorridos mais de cem anos. Sendo assim, não consigo imaginar que Baden-Powell, se estivesse vivo, usaria algo que não o traje escoteiro. Se a cor da blusa seria cáqui, azul ou verde, acho que na verdade não importaria, mas com certeza estaria de jeans, pela praticidade e custo." Eu assino embaixo do que li, porque com certeza B-P pensou no movimento escoteiro como pratico de ser feito e com baixo custo para poder ser viavel a todos e espero que isso ainda esteja sendo feito pelo Brasil a fora.
Termino meu texto sem conclusão coerente, como sempre, mas firmando que farei sempre o meu melhor possivel para cumprir os meus deveres para com Deus e com minha pátria, ajudar o próximo em toda ocasião e obedecer a lei escoteira.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

mais coisas da Tety

bombando os comentários no post anterior hein?! Cada um entendeu o texto de um jeito, esse é um dos lados fantasticos da leitura.

Mas vamos ao texto de hoje, que é realmente sobre hoje, ou não. Eu hoje tive experiencias que me fizeram refletir, logo escrever, mas também tive vontade de 'responder' melhor os meus comentarios, aproveitar o momento raro, rs. Mas vou fazer isso em particular para cada um que comentou.
Voltando a hoje... Finalmente entrei de férias da vida universitária e pude voltar para casa, antes disso tive uma noite/madrugada universitária jogando conversa fora no bar mais badalado de Seropédica, o único diga-se de passagem, em umas 3 horas eu conversei sobre tudo que se pode imaginar, filme, historias engraçadas, músicas, escotismo (afinal não tem como deixar escoteiros juntos, em qualquer lugar que seja, sem falar do movimento), relacionamentos, porres, foras, faculdade, ensino médio... e por ae vai, falamos até dos assuntos mais polemicos, sem polemica alguma, como religião e time de futebol. E eu percebi algumas coisas nessa conversa sem pé nem cabeça, que eu tenho historias pra contar e que as outras pessoas também tem, e que é muito bom "perder tempo" ouvindo as historias alheias, e alias eu não acho perca de tempo nenhum, rindo com elas e talvez até aprendendo com elas. Eu sei que tem um ditado que diz, "É errando que se aprende!" ou alguma coisa parecida, mas acho bem mais fácil poder aprender com o erro dos outros, não?! É na teoria é lindo isso, mas na pratica nem sempre rola,mas até que eu uso isso as vezes, e sei que vai ter gente lendo isso e pensando, "Ah tá Tety que você aprende com os erros dos outros, não aprende nem errando você mesma!", pode confirmar em comentario que você pensou isso, rs. Mas como sempre você se enganou ao meu respeito, eu aprendo sim algumas coisas com os erros dos outros. De tanto ouvir historia de bebados e porres, por exemplo, eu aprendi que não se deve misturar destilados com fermentados, isso eu aprendi convivendo muito com quimicos também. Entre outras coisas. Como sempre perdi o "fio da meada" e acabei confundindo o que estava escrevendo, ou não. Mas uma coisa que refleti da noite/madrugada universária é que eu adoro fazer amizades e adoro mais ainda ter os meus amigos por perto, mas acabo sempre arrumando amigos que moram longe, ou acabam indo morar longe e me deixam com muitas saudades.
É, eu escrevi sobre a quinta para sexta e nada do que eu queria falar da sexta, mas eu acho que ninguem iria gostar muito, porque iriam ser algumas coisas que eu conclui que eu sou, siiiim eu estou ficando conclusiva e menos complicada, rs. Fiquem curiosidade de saber o que eu descobri sobre o meu "quem sou eu", aguardem os próximos capitulos.